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Pesquisa de site norte-americano revela os múltiplos benefícios de um bom café da manhã: um cérebro mais rápido e melhores hábitos alimentares ao longo do dia.

 

Tudo o que você fizer durante o dia vai depender do que foi ingerido na parte da manhã. Como você está no trabalho hoje? Se você respondeu: Super produtivo, então, podemos supor que você tomou um bom café da manhã. Sim, sua mãe provavelmente sempre disse que essa era a refeição mais importante do dia, mas na realidade isso não acontece todos os dias. Tomar café da manhã vai fazer com que você pense melhor, e seja mais eficiente durante o dia. E não é apenas em relação ao aumento de sua capacidade intelectual, o café da manhã vai te deixar mais saudável.

Se você não comeu hoje de manhã, talvez algumas estatísticas podem convencê-lo a fazer isso amanhã. Mais importante ainda, quase todos os norte-americanos sabem que eles devem comer pela manhã, mas, ainda assim, a maioria deles não se importa. De facto, menos da metade da população consome a refeição mais importante do dia. E por que, exactamente, devemos tomar café da manhã? Seu cérebro precisa de nutrientes para funcionar. Então, não o faça esperar até o almoço para começar a trabalhar em sua potência máxima. Se você é daqueles que acredita que pular refeições pode fazer com que você fique mais magro e saudável, você pode estar muito enganado. As calorias que foram perdidas serão compensadas mais tarde, ou seja, você vai comer mais. Então, comece o dia pensando no café da manhã. Selecione os melhores ingredientes como cereais integrais, frutas, leite, pães e deixe de lado doces, açúcares e gorduras. Tudo o que você fizer durante o dia vai depender do que foi ingerido na parte da manhã.

 

Notícias Tecnologia

Um grupo de pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) mapeou completamente o genoma do café. O trabalho, que teve início em 2007, visa identificar cada um dos 30 mil genes da planta. Um desses genes, segundo os cientistas, possui forte resistência à seca. Testes em laboratório mostraram que uma planta-modelo conseguiu resistir até 40 dias sem água, enquanto que as outras plantas que não receberam o gene morreram após 15 dias. Essa descoberta pode garantir a produtividade agrícola durante os períodos de estiagem no país. O próximo passo é testar esse gene em outros cultivos, como cana-de-açúcar, milho, soja, arroz e trigo. Segundo Eduardo Romano, pesquisador de Recursos Genéticos e Biotecnologia e um dos responsáveis pelo estudo, a análise do gene está voltada especialmente para as regiões brasileiras mais castigadas pela estiagem, como o sertão nordestino. “A transgenia tem o potencial de expressar essa característica em outras espécies e, assim, manter a produtividade mesmo na ausência de condições favoráveis”, diz. O cultivo de plantas resistentes à seca pode ser sustentável do ponto de vista ambiental, social e econômico. A atividade agrícola, responsável por 70% do uso de água doce do planeta, pode reduzir o uso deste recurso natural e preservar o meio ambiente com esse tipo de planta geneticamente modificada. No âmbito social e econômico, de acordo com Romano, “uma série de culturas mantém produtividade à base de irrigação, com menos necessidade de água, os custos vão diminuir também”, explica.

 

 

 

 

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